Professores reclamam de baixos salários em Timon
Faixas espalhadas em frente ao prédio da Prefeitura denunciavam o que a categoria classificou “de descaso com o setor educacional da cidade”, mas nem assim os manifestantes foram recebidos pela prefeita.
A manifestação foi puxada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Timon (Sinterpum). Uma das reivindicações da categoria é que o município implante o Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos professores de Timon, uma reivindicação antiga.
A categoria reclama ainda de que a prefeita não concede aumento salarial para o magistério e que “persegue servidores municipais”. Os manifestantes reivindicam não apenas salários dignos, mas também melhores condições de trabalho.
Numa das faixas postas diante do prédio da Prefeitura, os professores perguntam “Até quando os trabalhadores serão vítimas do descaso da administração da prefeita Socorro Waquim?”. Em outra faixa, denunciaram o grande volume de recursos que o município tem recebido do Fundo de Valorização da Educação Básica (Fundeb) – só nos últimos seis meses, em torno de R$ 15 milhões.
Apesar da insistência dos manifestantes, eles não foram recebidos pela prefeita nem por nenhum representante do município. A categoria saiu do local ainda mais irritada em relação aos dirigentes municipais.
O processo movido pela prefeita Socorro Waquim, contra o ex-prefeito de Timon e principal líder do Democratas (DEM) nesse município, Sebastião de Deus, um aliado de primeira hora, na eleição da prefeita; caiu como uma verdadeira bomba no meio político timonense -, porque ninguém em sã consciência poderia imaginar que tal coisa viesse acontecer um dia.



Nesta quarta-feira o Ministério Público de Timon, representado pelo promotor público Antonio Borges Filho (foto), se reuniu com a prefeita Socorro Waquim e alguns dos seus assessores para obter alguns esclarecimentos sobre os andamentos da obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).






